Ação judicial do Caso Pityocampa é transferida para Justiça Federal; Processo envolve COOFSAÚDE e a relação estabelecida com o Governo do Estado, Feira de Santana e outros 56 municípios

Em julho de 2019, o processo judicial referente ao Caso Pityocampa, inicialmente sob a competência da Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organizações Criminosas e Lavagem de Dinheiro da Comarca de Salvador, foi transferido para a Justiça Federal de Salvador, sem que a vara e o juiz titular fossem definidos. O Ministério Público Federal (MPF) assumiu o papel de acusação, com o procurador Fernando Tulio da Silva como titular. A ação civil inclui como réus a COOFSAÚDE e diversas pessoas físicas, sendo parte de um caso maior envolvendo desvios de R$ 71,6 milhões da saúde pública de Feira de Santana, através de uma vasta organização criminosa desarticulada pela Operação Pityocampa. As investigações indicam que esses desvios serviram para o enriquecimento ilícito de servidores e membros da organização, com operações de lavagem de dinheiro. Apesar do processo ter sido removido do sistema da Justiça Estadual e não constar no da Justiça Federal, novas ações estão previstas, e a situação dos réus permanece estável, com alguns em prisão domiciliar e outros ainda presos.