O Capítulo IV do Caso Faroeste detalha como David Czertok e Albertoni Lemos Bloisi fabricaram um inventário fraudulento a partir de uma falsa certidão de óbito para se apropriar ilegalmente da Fazenda São José, em Formosa do Rio Preto, Bahia. A operação revelou uma complexa organização criminosa envolvendo juízes, advogados e empresários do agronegócio, com pagamentos de propinas milionárias. As matrículas falsas da fazenda originaram novas fraudes e levaram à perpetuação da grilagem de terras. Apesar das investigações conduzidas pelo MPF e pela PF, o caso ainda expõe a complacência de setores do Judiciário.
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