O Ministério Público Federal pediu ao STJ que mantenha a prisão preventiva das desembargadoras Ilona Márcia Reis e Lígia Maria Ramos Cunha Lima, investigadas na Operação Faroeste por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. O MPF destacou a reiteração de práticas criminosas e o risco de interferências no processo investigativo. Documentos, depósitos em espécie e estratégias para ocultação de ações reforçam as suspeitas contra ambas. Para o MPF, a liberdade das investigadas comprometeria a coleta de provas e a aplicação da lei penal.
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