Denúncia aponta fraude judicial contra o Banco do Brasil superior a R$ 100 milhões, envolvendo um posto de combustíveis, um juiz condenado e um desembargador investigado no Caso Faroeste. A ação teria sido favorecida por decisões ilegítimas e rápidas, com prejuízos ao patrimônio público. O caso se insere em um quadro mais amplo de corrupção judicial, censura à imprensa e omissão institucional.
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