A disputa judicial por um imóvel de 8 mil metros quadrados em Feira de Santana levou uma empresa de construção civil a denunciar o Cartório de Feira de Santana por suposta fraude na emissão de matrícula. A queixa foi apresentada à Corregedoria Geral do TJBA em 5 de julho de 2024, apontando duplicidade de registro.
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