O novo governo francês, liderado por Michel Barnier, enfrenta críticas da oposição antes mesmo de seus ministros assumirem oficialmente os cargos. O ex-presidente socialista François Hollande afirmou que o governo é frágil e necessita de censura, destacando a ausência de renovação ideológica e a guinada à direita. A esquerda, através de Olivier Faure, articula uma moção de censura, a ser apresentada após a declaração de política geral do primeiro-ministro, marcada para 1º de outubro. Enquanto isso, a extrema-direita, liderada por Marine Le Pen, aguarda detalhes sobre o orçamento de 2025 antes de decidir seu posicionamento. A nomeação de ministros conservadores em áreas sensíveis, como o Ministério do Interior e o de Educação, gerou tensões entre movimentos progressistas e sindicatos.
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