O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rescindiu em 7 de novembro de 2024 o acordo de delação premiada firmado pela desembargadora afastada Sandra Inês Rusciolelli e seu filho, o advogado Vasco Rusciolelli. A decisão foi motivada pelo descumprimento de obrigações essenciais do pacto, como a ausência em audiências e o não pagamento de multas. A delação foi histórica, sendo a primeira do tipo envolvendo uma magistrada no Brasil, e está vinculada à Operação Faroeste, que investiga corrupção no Judiciário baiano. Apesar da rescisão, as provas obtidas no acordo continuam válidas para outras investigações. A operação continua a expor esquemas de corrupção envolvendo decisões judiciais no estado da Bahia.
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