A greve dos professores em Feira de Santana, promovida pela APLB Sindicato, foi reconhecida como ilegal pela Justiça, que determinou medidas coercitivas para assegurar a continuidade das aulas. O cientista social Carlos Augusto defende suspensão de salários, exoneração dos grevistas e privatização da gestão educacional para garantir o direito à educação.
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