A paralisação de professores da rede municipal de Feira de Santana, aprovada pela APLB em semana de feriados, aprofunda o desgaste do modelo sindical de gestão educacional. Com prejuízos diretos à infância e à juventude da classe trabalhadora, o movimento reforça o apelo da sociedade por uma educação pública mais eficiente, pautada por metas, meritocracia e gestão técnica, a exemplo do que ocorre na rede hospitalar estadual da Bahia.
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