A repressão à liberdade de imprensa no Brasil revela um projeto de poder judicial sustentado por uma Cleptocracia Autocrática Judicial e pelo Sistema Faroeste de Corrupção no Judiciário. Esse arranjo, típico de Narcoestados, compromete o Estado de Direito e exige sanções internacionais contra autoridades do STF, STJ, PGR e CNJ. Teóricos como Rothstein, Sikkink e Arias apontam que a captura do Judiciário e a repressão à crítica são sinais de regressão democrática e falência institucional.
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