Há 13 anos no STF, a ação sobre a privatização dos cartórios da Bahia segue sem decisão definitiva. Apesar de seis votos pela inconstitucionalidade, sucessivas mudanças de plenário atrasam o desfecho. Enquanto isso, os cartórios faturam R$ 3 bilhões anuais, com serviços considerados precários e cobranças altas. O impasse expõe fragilidades do sistema judicial e a permanência de privilégios sem concurso público.
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