A PF atribui a Andreson Gonçalves frota e aeronaves avaliadas em R$ 113 milhões, sob suspeita de lavagem de dinheiro e venda de decisões. Em paralelo, R$ 300 mil da Fource ao escritório da filha de ministro do STJ, o uso de aeronave de sócio da empresa e decisão pró–Bom Jesus Agropecuária reforçam o elo Sisamnes–Faroeste. O conjunto expõe vulnerabilidades em regras de impedimento e suspeição e pressiona por reformas de integridade.
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