A prisão do deputado Binho Galinha e a reação tardia e burocrática da ALBA expuseram a fragilidade ética do Legislativo baiano. O Conselho de Ética, criado em abril de 2024 para apurar o caso, não produziu qualquer deliberação efetiva. A nota divulgada por Ivana Bastos, presidente da ALBA, reafirma a legalidade formal, mas não enfrenta a responsabilidade institucional. O diagnóstico sociológico descrito por Carlos Augusto no Jornal Grande Bahia permanece atual: a Bahia vive um estado anômico, em que a lei existe, mas não se cumpre quando ameaça o poder.
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