A liquidação do Banco Master, motivada por indícios de fraude e ativos considerados inexistentes, evoluiu para uma disputa institucional envolvendo Banco Central, STF, TCU e órgãos de investigação. A acareação determinada pelo Supremo intensificou o debate sobre autonomia regulatória, forma processual e ética pública. Sob uma perspectiva deontológica, o caso expõe falhas na preservação do dever, da impessoalidade e da exemplaridade, pilares essenciais da confiança institucional.
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