As reuniões confirmadas entre Alexandre de Moraes e Gabriel Galípolo, oficialmente atribuídas aos efeitos da Lei Magnitsky, reabriram o debate sobre suspeitas de advocacia administrativa no Caso Master. Relatos indicam contatos para acompanhar a venda do banco ao BRB, barrada após fraudes. O contrato milionário do escritório da esposa do ministro e a investigação no STF intensificam a pressão por transparência e esclarecimentos institucionais.
Copie e cole este URL no seu site WordPress para incorporar
Copie e cole este código no seu site para incorporar