Código de Ética da Magistratura impõe deveres rigorosos a juízes e reacende debate sobre conduta, transparência e corrupção no STF

O Código de Ética da Magistratura Nacional impõe deveres rigorosos de independência, imparcialidade, transparência e integridade a todos os magistrados, inclusive aos ministros do STF. Embora não existam condenações penais por corrupção contra membros da Corte, debates sobre ativismo judicial, exposição pública e limites do controle institucional mantêm o tema da ética judicial no centro das discussões sobre confiança e legitimidade do Judiciário brasileiro.