Declarações publicadas na coluna de Lauro Jardim revelam que empresários admitem contratar, “por prevenção”, escritórios de advocacia ligados a ministros do STF, mesmo sem causas específicas. A prática, descrita como antiga e crescente, reflete a percepção de forte protagonismo da Corte e levanta questionamentos sobre conflitos de interesse, ética institucional e igualdade de acesso à Justiça, ampliando o debate sobre transparência e credibilidade do Judiciário brasileiro.
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