A guilhotina para os corruptos do Brasil | Por Carlos Augusto

O editorial discute a corrupção como método recorrente de poder no Brasil e seus efeitos devastadores sobre a confiança pública. Ao alcançar instituições responsáveis por garantir a legalidade, como Judiciário e Ministério Público, a crise se aprofunda e intensifica a desesperança social. A guilhotina simbólica surge como metáfora de ruptura moral e exigência de responsabilização, alertando para os riscos de um sistema que normaliza a impunidade e fragiliza a própria República.