7ª Vara da Fazenda Pública do DF vai julgar ação da CUT contra Arruda

Brasília – A 7ª Vara da Fazendo Pública do Distrito Federal é que julgará a ação popular movida pela Central Única dos Trabalhadores no Distrito Federal (CUT- DF) contra o presidente da Câmara Legislativa, deputado Leonardo Prudente (sem partido). A CUT quer que o parlamentar seja impedido de praticar qualquer ato relacionado aos processos de impeachment do governador José Roberto Arruda que tramitam no Legislativo local.

Inicialmente, a ação da CUT foi distribuída para a 5ª Vara da Fazenda Pública do DF. No entanto, a juíza substituta Carla Sanches declinou da competência para julgá-lo, alegando que já tramita na 7ª Vara da Fazenda Pública pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios para que os deputados distritais citados na Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, que investigou um suposto esquema de corrupção no governo do DF, sejam impedido de analisar processos contra Arruda.

Prudente é um dos acusados de envolvimento no suposto esquema de pagamento de propina a distritais em troco de apoio político ao governo Arruda. Em um dos vídeos obtidos pela Operação Caixa de Pandora, ele aparece colocando dinheiro nas meias. Para a CUT, falta isenção para o deputado julgar os processos. Por isso, a entidade impetrou a ação, em nome de um dos seus integrantes, Cícero Batista Rola.

Além de Prudente, a lista da ação do Ministério Público incluiu os distritais Aylton Gomes (PR), Benedito Domingos (PP), Benício Tavares (PMDB), Eurides Brito (PMDB), Júnior Brunelli (PSC), Rogério Ulysses (sem partido), Rôney Nemer (PMDB) e os suplentes Berinaldo Pontes (PP) e Pedro do Ovo (PRP) – todos citados no inquérito em andamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

*Com informações da Agência Brasil


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