No apagar das luzes da campanha à prefeitura de Salvador, os protagonistas dos ataques não foram os dois candidatos, João Henrique (PMDB) e Walter Pinheiro (PT), como de costume. Os dois principais cabos eleitorais das duas campanhas: o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB) e o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), ambos da base de sustentação do governo.
No último comício da campanha, realizado ontem à noite no bairro Cajazeiras, periferia de Salvador, Geddel respondeu os ataques feitos pelo governador e o aconselhou que o mesmo se espelhasse no presidente Lula.
“ Alguns [parece] que não aprenderam uma lição do presidente Lula. Perder ou vencer faz parte do jogo democrático. O que não se pode perder é a compostura e a dignidade” alfinetou o ministro em resposta a agressão proferida pelo governador ao chamar o prefeito João Henrique, de ‘mentiroso e traidor’ durante o último comício de Pinheiro.
A bem da verdade, é que João Henrique foi quem deu início à polêmica ao taxar o governador de ‘lerdo’ no tocante a execução das obras do governo federal na cidade.







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