Não se muda o País fechando escolas e reprimindo movimentos pacíficos, afirma presidente Dilma Rousseff

Presidenta Dilma Rousseff durante Cerimônia de abertura da 3ª Conferência Nacional de Juventude.
Presidenta Dilma Rousseff durante Cerimônia de abertura da 3ª Conferência Nacional de Juventude.

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, durante a abertura da 3ª Conferência Nacional de Juventude, nesta quarta-feira (16/12/2015), que há muitas formas de mudar o Brasil, mas certamente fechar escolas e reprimir movimentos pacíficos com movimentos sociais não são caminhos válidos.

“Não mudaremos o Brasil fechando escolas, isso é certo. Sabemos que fechar escolas é extinguir sonhos, é romper relações estabelecidas, é fragilizar de alguma forma o futuro. Nós também não vamos mudar o Brasil reprimindo movimentos pacíficos com forças policiais”.

Por outro lado, Dilma destacou os investimentos em educação como um dos principais caminhos para a mudança.

“Nós podemos mudar o Brasil garantindo educação de qualidade para todos e criando oportunidades de trabalho decente para que todos os jovens deste país construam uma vida profissional digna. Sem dúvida nenhuma esse é um caminho de mudança.”

Ela apontou a participação social, a exemplo da Conferência, como necessária na condução do governo. Para formular políticas para a juventude, de acordo com ela, deve-se ampliar a participação direta dos jovens e de suas entidades na representação de seus interesses.

“Eu não podia deixar de falar aqui sobre uma outra conquista que é o Estatuto da Juventude. É uma verdadeira carta de direitos dos jovens desse País. Essa política está sendo construída com a participação de vocês, por meio do Conselho Nacional da juventude e da Secretaria Nacional da Juventude”.

A presidenta ainda falou sobre a importância de o governo praticar uma política de segurança que respeite os direitos dos cidadãos, que considere todos os brasileiros – independentemente de origem, credo ou orientação sexual – com direitos iguais.

*Com informação do Planalto.


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