Litigância predatória, também conhecida como advocacia predatória, refere-se à prática de utilizar o sistema judicial de maneira abusiva e manipuladora com o objetivo de obter ganhos financeiros, vantagens estratégicas ou outros benefícios indevidos, muitas vezes às custas da parte adversária ou do próprio sistema de justiça. Este tipo de litigância é caracterizado por uma multiplicidade de ações judiciais infundadas ou excessivamente onerosas, intimidação legal, e outras táticas destinadas a coagir, intimidar ou prejudicar o oponente.
Litigância predatória representa um desafio significativo para o sistema de justiça, necessitando de uma abordagem multifacetada para seu combate. Medidas legais, sancionatórias e educacionais são essenciais para mitigar os efeitos negativos desta prática, protegendo tanto as partes envolvidas quanto a integridade do sistema judicial.