
Cuba continuará defendendo seu direito a construir a sociedade mais justa, humanista e solidária que jamais existira, e esse caminho tem e terá essência socialista, ratificaram ontem milhares de cidadãos reunidos na histórica esquina de 23 e 12 de Havana, onde há 46 anos Fidel proclamou o caráter da nossa Revolução.
Sentados na primeira fileira estavam centenas de combatentes da Baía dos Porcos, protagonistas, em abril de 1961, da vitória cubana frente aos mercenários treinados, organizados e financiados pelo governo dos EUA.
E se voltassem a atacar, faríamos a Guerra de Todo o Povo, até a última gota de sangue, afirmou um dos participantes daquelas ações, Alberto Campos Abre, que lembrou a presença nesse então do presidente Fidel Castro na primeira linha de combate, inspirando coragem e firmeza aos combatentes, como continua fazendo no decurso do processo revolucionário.
Existe total identidade entre socialismo e juventude, afirmou a presidenta da Federação Estudantil Universitária, na Universidade de Havana, Gladys Gutiérrez Bugallo. Para nós, socialismo significa futuro, esperança, compromisso e vida, afirmou.
O membro do Bureau Provincial do Partido, Rolando Vázquez, resumiu o patriótico encontro, assinalando a hipocrisia do governo estadunidense, pois por uma parte continua sua guerra falaz contra o terrorismo no mundo, enquanto tenta evitar a aplicação da justiça no caso de Luis Posada Carriles e mantêm prisioneiros Cinco cubanos, exemplo de luta contra o terrorismo.
Participaram do ato o membro do Bureau Político e primeiro-secretário do Partido na cidade de Havana, Pedro Sáez; Lina Pedraza, do secretariado do Comitê Central: dirigentes nacionais e provinciais da União de Jovens Comunistas, dos Comitês de Defesa da Revolução, da Federação de Mulheres Cubanas, da Forças Armadas revolucionárias e do Ministério do Interior, bem como da Associação de Combatentes da Revolução Cubana.









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