Escrever é por em prática o dom ilimitado da criação. Dom proveniente do âmago do nosso ser – alma – e que não pode ser considerado como uma tarefa das mais singelas desta vida. Para quem pretende escrever, não podemos estabelecer regras, limites ou parâmetros, porque tudo começa na manifestação de uma inspiração externada através do pensamento livre e individual do autor e estes sentimentos não aceitam fronteiras – limites.
Escrever, ter talento para qualquer outro dom artístico como, musica, artes plásticas, artes cênicas, entre tantos outros, dá a possibilidade, a simples mortais, de imitarem os “deuses”, usando a arte para criarem novos pensamentos, novos mundos, preenchendo espaços em branco em novas realidades e até, em diferentes estilos de vida ou de como viver.
Quando escrevemos, informamos e encarnamos o poder de fazer o leitor sonhar, viajar, conhecer as estrelas, ir a qualquer parte do universo ou às longínquas regiões submarinas. Aguçamos a imaginação dos leitores, colocando, na parte mais íntima do seu imaginário, personagens, ambientes, situações fantásticas ou dramáticas, felizes ou infelizes tirando-os, às vezes, da realidade, possibilitando-lhes o poder de usar, “ilimitadamente”, o mundo da fantasia e caminhar em um ambiente, até então, desconhecido de diversas emoções.
A arte de escrever ou de criar é muito mais do que um dom ou talento. É uma dádiva Divina, que todos trazem dentro de si e que por algum motivo – relaxamento, preguiça, falta de iniciativa, incentivo ou rotina do dia a dia, etc – não permitimos seu afloramento.











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