O deputado Fernando de Fabinho (DEM/BA), vice-líder do Democratas, afirmou, na Comissão de Defesa de Consumidor (CDC) da Câmara dos Deputados, que é apenas uma questão de tempo as tarifas bancárias serem reduzidas. Para ele, há um consenso que os bancos têm de dar maior transparência às tarifas, pois, do contrário, a CDC vai continuar, juntamente com outros órgãos de defesa do consumidor em atividade no Brasil, a denunciar e a convocar os responsáveis pelos preços das tarifas, que, segundo ele, são confusos e altos.
“A CDC está de parabéns. Nós nos reunimos algumas vezes com os técnicos do Banco Central, do Ministério Público e dos Ministérios da Fazenda e da Justiça com a finalidade de discutirmos a falta de transparência das tarifas públicas, fato que incomoda muito os cidadãos brasileiros, bem como o preço cobrado por elas, que são muito altos. Chegamos ao consenso de que há necessidade de padronização e de redução da quantidade de tarifas bancárias, a fim de limitarmos para 20 o número delas” — informa Fernando de Fabinho.
Conforme Fabinho, os deputados e os técnicos querem a adoção de uma mesma nomenclatura para que os correntistas dos bancos possam comparar os preços oferecidos no mercado. Para o deputado, a falta de transparência é tão absurda, que ele deu como um dos exemplos os cartões magnéticos que chegam a ter 11 tipos de tarifas diferenciadas, o que, para ele, é um processo que, sobremaneira, ajuda os bancos a confundir os consumidores e com isso se aproveitar para aumentar, ou não explicar, as cobranças de tarifas.indevidas.
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