“Eu estava morto. Deus me deu essa última chance para fazer alguma coisa pela população pobre de Salvador”. Esta pérola foi proferida pelo apresentador de rádio e televisão Raimundo Varela, na terça-feira (30/11/2007), durante entrevista concedida, por ele, a uma emissora de rádio de Salvador. O apresentador falou como pré-candidato à prefeitura de Salvador, oportunidade em que aproveitou para espinafrar indistintamente as administrações municipais passadas e atual, e justificar o seu repentino interesse em ingressar no mundo da política baiana.
Este surto messiânico é um dentre muitos argumentos que surgem por parte dos postulantes a cargos públicos, com a aproximação das eleições. É muito comum nesse período, e até mesmo fora dele, aflorar em abundância estes tipos de aventureiros, traficantes de consciências que usam de subterfúgios e argumentos esdrúxulos para engabelar os incautos. Com esta postura de mistificador das grandes glebas urbanas, Varela deu a entender que procura justificar as suas investidas na vida pública, travestindo os seus interesses como se estes da coletividade fossem.
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