Rios de lembranças
Desagua em meu pretérito
Já não sou o mesmo de outrora
O que alegra o rebanho
Mim deixa triste
intediado.
Línguas mentirosas
Maudizem o poeta
Mas os seus ouvidos não
Se convencem do que estão falando
Sigo em silencio admirando estrelas…
Flores de bronze brotam em terreno árido
Um horizonte imenso acena pra mim…
O vento forasteiro avisou-me
Que a bagagem esta pronta…
Um mundo inteiro se jogou
Aos meus pés…
Do alto da torre minha alma
Contempla meu corpo cansado
Uma chaga carece urgente de cura
Mas o meu coração esta povoado de sonhas
O por do sol é parada obrigatória…
A poesia mim fez cativo
Por isso vivo…tenho um grande motivo
Para seguir em frente.







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