O vento do destino
Vem soprando nos trigais…
E quando chega o entardecer
E o sol se esconde atraz
Dos moros gêmeos…
Uma reza se dilui em poesia
E imprime no horizonte palavras
Que já foram ditas…
Muitas geracões se passaram…
Muitos tronos sucumbiram…
E os seres humanos cada vez
Mais preocupados com seu umbigo…
O pensador mirou o infinito
E viu que a ezistencia é um flex…
Apenas um segundo da eternidade…
Mas o vento do destino continua
Soprando nos trigais…
As estrelas não disbotam…
Cada dia que passa ganha mais brilho.







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