Contradições inerentes do judiciário brasileiro

Recentemente, o Ministério Público se posicionou em Feira de Santana, contrário a divulgação de uma pesquisa de Opinião Pública elaborada pelo Instituto Economic Cat Administração Empresarial e Marketing Ltda., com registro no Conselho Federal de estatística – 5º região, que tem como seu diretor Amarildo Gomes. Este se afastou da função, temporariamente, por ser um postulante a cargo legislativo no município.

Entendemos e queremos acreditar que a posição contrária adotada pelo Ministério Público não foi em função do fato do diretor do Instituto Economic se encontrar disputando um cargo político. Mas se teve esta conotação, gostaríamos de lembrar que o deputado federal ACM Neto é sócio da Rede Bahia e candidato a prefeito de salvador.

A atitude tomada pelo diretor Amarildo Gomes, em nada difere da do deputado. Excetuando-se quanto ao fato, não menos importante, de que a empresa da qual ACM Neto faz parte, em momento algum foi impedida, pelo Ministério Público, de continuar atuando e divulgando tranquilamente pesquisas de Opinião Pública na capital baiana.

Importante salientar que nós que integramos a equipe do jornalgrandebahia.com.br respeitamos a interpretação do Ministério Público. Mas, observamos que a justiça deve ser igual para todos. Diante desta premissa ousamos discordar de decisões deste tipo que atentam contra o direito sagrado da constituição em que diz que todos são iguais perante a Lei e defende o livre direito da circulação da informação.


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