“Se alguém traiu o governo estadual (PT) foi à própria base governista e não o PMDB, conforme o governador (Jaques Wagner) declarou”. Esta foi à reação do presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, no tocante às criticas de Jaques Wagner, que acusou a cúpula peemedebista de traidora por ter liberado na eleição para a presidência da Assembléia Legislativa o voto de seus deputados, ao contrário de orientá-los a votar branco ou nulo. Vale ressaltar que desde o início do processo o PMDB deixou claro que não votaria em Marcelo Nilo (PSDB).
Segundo Lúcio durante o jantar de adesão de Nilo, ocorrido dias antes da eleição, 40 parlamentares estiveram presentes – sem incluir os oito peemedebistas -, Wagner conclamou a todos para que votassem de forma integral na chapa encabeçada pelo tucano. Mas pelos resultados obtidos, o que se verificou na prática foi a derrota da candidata petista, Fátima Nunes, que perdeu a segunda vice-presidência para o oposicionista Fernando Torres (PRTB) com seis votos de diferença. “O detalhe é que ela obteve penas 28, enquanto Torres 34. Se todos os 40 deputados da base tivessem realmente sido fiéis ao PT, ela levaria sem o menor problema, afinal somaria nada menos que 40 votos”, ironiza.
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