Brasil também se beneficia ao emprestar ao FMI, diz Amorim

Ministro das Relações Exteriores disse à Rádio ONU que decisão do país irá contribuir para promover o relançamento da economia mundial; governo deverá emprestar US$ 4,5 bilhões.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que a decisão do Brasil de emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional, FMI, termina por beneficiar o próprio país.

Segundo agências de notícias, o Brasil poderá emprestar ao fundo até US$ 4,5 bilhões, o equivalente a quase R$ 10 bilhões.

Bancos

Numa entrevista exclusiva à Rádio ONU, Amorim disse que o Brasil só tem a ganhar com o relançamento da economia mundial.

“Veja, muitas vezes, você pode estar até ajudando países que compram do Brasil. O objetivo é aumentar a liquidez de países mais pobres, países em desenvolvimento. Então, na verdade, o Brasil se beneficiará de um relançamento da economia mundial. Claro que não faz sentido, o Brasil auxiliar, nem os recursos dos quais a gente dispõe, dariam para isso, para o salvamento dos bancos norte-americanos ou europeus”, afirmou.

A decisão de emprestar dinheiro ao FMI foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o Encontro de Cúpula do G-20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, realizado no mês passado em Londres, capital da Grã-Bretanha.

*Com informação da Rádio ONU.


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