O crítico de mídia da revista Slate, Jack Shafer, disse que nunca entrevistou o Rei do Pop, o que faz dele “um dos poucos jornalistas no mundo que não pôde tirar proveito da morte do cantor na semana passada com uma nota sobre meu encontro com ele”. Ele se refere aos muitos repórteres que escreveram matérias sobre momentos tão irrelevantes como quando fizeram uma pergunta a ele (P: “Quando você vai para a África?” R: “Espero ir em breve.”), ou quando receberam a promessa de uma entrevista com o músico mas não conseguiram… em 1987.
Se qualquer colaborador da Slate tivesse contado ao editor da revista na semana passada que teve um encontro, mesmo que sem importância, com Jackson, “eu posso te garantir que o colaborador teria sido recrutado imediatamente para escrever sobre seu momento [com o cantor]”, disse.
Shafer conclui: “Somente em sua morte a excentricidade de Jackson recuperou seu poder, levando jornalistas de volta a suas velhas anotações e recortes com o fim de esgotá-los para contar banalidades sobre Jackson. A lição aqui é que quando a morte chega de uma forma inesperada, nós jornalistas temos a tendência de diminuir nossos padrões e encher os leitores com mentiras piedosas e banalidades sobre quem morreu. E o público lê tudo”.
*Com informação de Knight Center.








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