Bayo Ohu, editor assistente do diário nigeriano “The Guardian”, foi morto a tiro em sua casa no dia 20 de setembro, quando se preparava para ir à igreja.
O diretor-geral da Organização da ONU para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, Koïchiro Matsuura, condenou nesta terça-feira o recente assassinato de um jornalista na Nigéria.
Segundo um comunicado do órgão, Bayo Ohu, editor assistente do diário nigeriano “The Guardian”, foi morto a tiro em sua casa no dia 20 de setembro, quando se preparava para ir à igreja.
Liberdade de Imprensa
Ao condenar o assassinato, Matsuura disse que a liberdade de expressão é um direito básico fundamental. O chefe da Unesco indicou ainda que a liberdade de imprensa é essencial para a democracia e o estado de direito.
O comunicado da agência da ONU cita o Instituto da Imprensa Internacional para afirmar que os assassinos roubaram o computador portátil e o celular de Nayo Ohu, aumentando a especulação de que o crime esteja ligado ao seu trabalho de jornalista.
Koïchiro Matsura disse acreditar que as autoridades irão fazer tudo ao seu alcance para levar os responsáveis pelo crime à justiça, afirmando que isso é do interesse de toda a sociedade nigeriana.
Segundo agências de notícias, Ohu tinha 45 anos e trabalhava no “The Guardian” desde 1991. Outros dois jornalistas nigerianos já foram mortos por desconhecidos; Godwin Agbroko em 2006 e Abayomi Ogundeji em 2008.
*Com informações da Rádio ONU em Nova York*.









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