Lei que dispões sobre a obrigatoriedade de 10% da mão de obra da construção civil, reservada para o sexo feminino foi adiada por três sessões na Câmara Municipal de Feira de Santana. De acordo com os parlamentares, este percentual também deverá ser estendido aos programas de construção civil de iniciativa do poder público municipal com recursos provenientes de receitas próprias ou quando se tratar de convênios com outras esferas do governo.
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