Esta semana completa dez anos que Elián González chegou ao sul da Flórida em um câmara de pneu, após uma fracassada tentativa de deixar a ilha de Cuba na qual morreram sua mãe e outras dez pessoas.
Luisa Yáñez, do El Nuevo Herald, lembra a ocasião com uma hitória sobre Delfín González. O tio de Elián transformou parte de sua casa em Miami em um museu em homenagem ao menino, cuja custódia legal deu início a uma batalha jurídica de cinco meses convertida em um circo midiático internacional. (Elián passou a integrar oficialmente o Partido Comunista de Cuba no ano passado. Muitos exilados o consideram uma ferramenta da propaganda castrista.)
Delfín González recorda que o menino era um malandro. “(Ele) provocava a imprensa de propósito”, disse o jornalista do Herald. “Quando todos estavam acampados fora da casa, às vezes me dizia: ‘Vamos sair para os provocar!’, sabendo que saltariam e começariam a tirar fotos, afirmou. “Ele era o menino mais fotografado do mundo”, recordou o tio.
*Com informações de Centro Knight







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