Eleições 2010: Ministro Geddel Vieira Lima anuncia prefeito de Salvador como coordenador de campanha e defende presença de políticos na festa da Lavagem do Bonfim

Indagado, no início do cortejo da Lavagem do Bonfim sobre se o prefeito João Henrique, que estava ao seu lado, iria ser o coordenador da campanha do PMDB baiano ao governo do estado nas eleições de outubro, o pré-candidato do partido, ministro Geddel Vieira Lima, confirmou: “O João está até aqui do meu lado. Estivemos juntos agora e vamos seguir o cortejo juntos. O conselho político da campanha do PMDB, claro que com meu aval, convidou ele para ser coordenador e ele já manifestou a aceitação. É um político experiente, tem uma participação importante na política de Salvador, na política da Bahia e vai dar uma contribuição muito grande”.

Geddel defende presença de políticos na lavagem do Bonfim

Ainda no adro da igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, antes do início do cortejo da Lavagem do Bonfim, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, dizia-se preparadíssimo para os quase oito quilômetros do percurso. O ministro classificou a Lavagem como “uma festa belíssima e uma ótima oportunidade de interagir com a população”.

Entrevistado por uma emissora de rádio sobre a crescente presença de políticos no cortejo da Lavagem do Bonfim, o ministro Geddel disse o seguinte:

“É absolutamente natural a participação de políticos na lavagem do Bonfim. É preciso parar com determinados preconceitos, que não gosta de político etc. Quem diz que não gosta de político esquece que é governado pelos políticos. Eu acho que é perfeitamente natural que o político se exponha, se coloque com suas qualidades, com seus defeitos, que dê oportunidade à população de manifestar suas posições com aplausos, com vaias, desde que, naturalmente, se preserve a civilidade. Homens públicos e políticos têm que ir, como dizia o poeta, aonde o povo vai. Não vejo razão para se estranhar a participação de homens públicos e políticos em eventos como este, como o Dois de Julho. Afinal, nós somos baianos, estamos aqui exercendo nosso direito de cidadãos, a nossa baianidade. Quando é conveniente aos críticos, o político, o homem público tem que ser um cidadão comum. Quando não é conveniente, nós não podemos ser cidadãos comuns. Aqui eu não sou apenas o circunstancialmente ministro de estado, deputado, pré-candidato ao governo da Bahia, aqui eu sou um cidadão que está fazendo uma coisa de que gosta. Aliás, coisa que eu fazia muito antes de ser político. Sempre curti as festas de largo da Bahia, sempre gostei dessa característica do baiano. Baiano sou, gosto da minha cidade, gosto de Salvador, gosto da minha terra e não vejo qualquer problema em políticos participarem de festas como esta”.


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