O Museu do Quai Branly, em Paris, inicia nesta quarta-feira uma série de eventos especiais dedicados à música e cultura brasileiras, chamado Brésil, le Grand Mix.
O objetivo é mostrar a riqueza e diversidade da nova geração da música eletrônica brasileira, a interação com sons tradicionais e as relações entre o norte e o sul do país.
Segundo os comissários do evento, a particularidade da música eletrônica brasileira é a de se nutrir dos ritmos tradicionais. Além de concertos musicais, a programação também inclui workshops e espetáculos de capoeira.
O grande destaque será o encontro inédito entre o poeta, compositor e cantor Chico César, acompanhado de sua banda, do DJ Chico Correa e do repentista pernambucano Geraldo Mousinho. Segundo Chico César, a apresentação em Paris é uma mistura de “tradição, canção e eletro tradução”. O objetivo, segundo ele, é mostrar que esses três aspectos podem formar “uma coisa só”.
Outra parte da programação de Brésil, Le Grand Mix é dedicada à capoeira do grupo francês Compagnie d’un Autre Monde. O capoeirista Issac Lartey, que nasceu em Gana, é um dos coreógrafos do espetáculo, concebido a partir do encontro de cinco capoeiristas de grupos diferentes atuando na França.
A programação também inclui apresentação do grupo Barbatuques, de São Paulo, que faz percussão com o corpo, do Zuco 103, trio de eletro bossa nova, do DJ Marcelinho da Lua, do Rio de Janeiro, além diversos ateliês.
Brésil le Grand Mix pode ser visto entre os dias 24 de fevereiro e 6 de março.
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