Fraude contábil e liquidação do Subaé Brasil são debatidos na Câmara Municipal de Feira de Santana

Vereador do PT, Marialvo Barreto declarou em plenário que motorista teria sacado mais de R$ 1 milhão. Faltou citar o nome.
Vereador do PT, Marialvo Barreto declarou em plenário que motorista teria sacado mais de R$ 1 milhão. Faltou citar o nome.

O vereador feirense Reinaldo Miranda – Ronny – (PMN), na sessão legislativa da última quarta-feira, propôs a Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara que realize uma audiência pública para debater a liquidação extrajudicial do Banco Subaé – Brasil. Segundo Ronny, os correntistas, em especial os agricultores, que tiveram prejuízos com o banco, estão se queixando da falta de explicações e dos rumos do processo de liquidação.

Ronny insinua em sua fala que alguns correntistas políticos e empresários de Feira de Santana e regiões circunvizinhas, assim que tomaram conhecimento do desastre financeiro do Banco Subaé, retiraram seus dinheiros que ali estavam aplicados. Para Ronny, a denúncia – apresentada nos meios de comunicação- é grave e deve ser apurada para não cair no esquecimento.

O vereador Getúlio Barbosa (PP) defendeu a proposta da audiência pública e sugeriu a participação do Ministério Público e autoridades do Banco Central. Em seguida, ele afirmou: “Quanto à denúncia de políticos privilegiados, eu só tenho a dizer o seguinte: não tenho capital para colocar na conta do Banco Subaé, visto que não tenho terras e não sou fazendeiro, mas, se eu tivesse dinheiro, eu jamais botaria em um galinheiro onde tem raposas tomando conta”.

Na opinião do vereador Marialvo Barreto (PT), o caso Banco Subaé trata-se de um crime financeiro. Partindo desse pressuposto, ele declarou que também é favorável a realização de uma audiência pública na Casa da Cidadania. “Além dos administradores da agência bancária e autoridades, temos que trazer as pessoas que foram roubadas. É importante saber como é que um suposto motorista sacou 1 milhão e 300 mil da Cooperativa”.

Na oportunidade, o petista disse que por pouco não foi uma das vítimas do Banco Subaé.  “Eu fui convidado para aplicar meu dinheiro lá, porém, eu desisti quando vi que os principais agiotas de Feira de Santana eram clientes daquela agência bancária”.


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