O consumo das famílias tem crescido sistematicamente nos últimos anos e, mesmo no período mais difícil da crise financeira internacional, manteve-se em ascensão no Brasil, informou hoje (31/04/2010) o novo diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo. “A crise afetou menos as famílias do que afetou outros setores”, afirmou, ao apresentar o Relatório de Inflação do primeiro trimestre.
O documento do BC indica que os efeitos da crise financeira internacional sobre o consumo das famílias e, em consequência sobre o crédito a pessoas físicas , foram moderados em comparação ao observado em relação às empresas.
“A deterioração real das expectativas refletiu-se de forma relevante na propensão a consumir, comprometendo, particularmente, as intenções de compra de bens duráveis”, informa o relatório.
Segundo a avaliação do BC , o impacto sobre o mercado de trabalho se mostrou temporário e relativamente pouco intenso, além de concentrado na indústria. A consequência, ressalta o documento, é que os indicadores de confiança dos consumidores recuperaram-se rapidamente, voltando a valores positivos já nos seis primeiros meses do ano passado.
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