A Comissão de Seguridade Social e Família realiza audiência pública hoje para discutir a revisão dos programas de especialização médica em hepatologia (que trata das doenças do fígado).
A audiência foi proposta pelo deputado Colbert Martins (PMDB-BA). Ele critica o modelo atual de formação dessa especialidade – dois anos em clínica médica, mais dois anos em gastroenterologia e um ano em hepatologia. “Esse modelo é inadequado, pois um ano é sabidamente insuficiente para a formação em hepatologia. Além disso, a gastroenterologia e a hepatologia têm pouco em comum “, afirmou.
Ele propõe uma revisão nos programas de formação em hepatologia, que leve em conta a atual complexidade das doenças hepáticas, cujo diagnóstico evoluiu nos últimos anos. “Precisamos atualizar os projetos pedagógicos para a formação do hepatologista neste novo cenário de avanços na tecnologia de diagnóstico. Além disso, não se concebe mais a formação de um especialista sem treinamento em transplante de fígado”, disse.
Foram convidados:
– o representante da Sociedade Brasileira de Hepatologia Hoel Sette Júnior;
– a representante do Conselho Federal de Medicina Maria do Patrocínio Tenório Nunes; e
– o coordenador-geral de Ações Estratégicas em Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Sigisfredo Luis Breneli.
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