O diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Ubiratan Castro, afirmou, na noite dessa segunda-feira (03/08/2010), que antes da gestão do governador e candidato à reeleição Jaques Wagner, a cultura era tratada apenas como um departamento. “Antes, aqui na Bahia, não existia nem uma secretaria de cultura. Ela era tratada como um setor da secretaria do turismo”, afirmou durante a sabatina promovida pelo grupo A Tarde na Faculdade Dom Pedro II.
Castro citou também como pontos positivos da gestão a democratização da cultura através dos pontos de cultura. “A cultura é cidadania e a afirmação de um povo. É isso que estamos fazendo no estado”, explicou. Ele citou ainda que, dos 417 municípios baianos, apenas 20 ainda não possuem uma biblioteca pública.
“Esse processo da democratização da cultura é irreversível. Agora a população exige que ela seja ampliada”, completou. O próximo acontece na próxima segunda-feira (9), na Faculdade Baiana, com a temática de saúde.
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