Há mais de quatro meses sob rigorosas sanções impostas pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e unilateralmente por vários países, o Irã negou que as restrições afetem o crescimento das relações comerciais do país com o exterior. O ministro do Comércio do Irã, Ghazanfari Mehdi, disse hoje (30/10/2010) que está mantida a disposição de “vários países” em intensificar as relações econômicas com os iranianos.
Mehdi afirmou que o petróleo e o gás do Irã atraem os investidores estrangeiros interessados em aplicar no país. O ministro ressaltou que “vários governos” não apoiaram as sanções impostas ao Irã por considerarem as “medidas injustas”.
Desde 9 de junho o Irã é alvo de sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU. Na ocasião, o Brasil e a Turquia votaram contra as medidas. O Líbano se absteve. As restrições atingem, sobretudo, as áreas de comércio exterior e militar. Depois da decisão das Nações Unidas, vários países liderados pelos Estados Unidos aprovaram sanções unilaterais, como a Austrália, o Japão, o Canadá e os europeus que integram a União Europeia.
Para parte da comunidade internacional, o programa nuclear é uma ameaça à paz mundial. De acordo com os alguns países, o programa nuclear iraniano esconde a produção de armas atômicas. No entanto, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e várias autoridades iranianas negam as suspeitas.
Na tentativa de buscar uma solução para o impasse, as autoridades do Irã e integrantes do chamado P5+1 – formado pelos Estados Unidos, pela Grã-Bretanha, pela China, pela França, pela Rússia e pela Alemanha. – voltam a negociar em torno do programa nuclear iraniano no próximo dia 10. Para os iranianos, é fundamental que o acordo, que contou com a participação do Brasil e da Turquia, para a troca de urânio, sirva de base para o diálogo.
*Com informações da Agência Brasil,
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