Arquidiocese de Salvador acusa o prefeito, João Henrique, de intolerância religiosa

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A Paróquia de Santana do Rio Vermelho foi autuada pela Prefeitura Municipal por poluição sonora, devido aos badalos do sino da igreja. O ocorrido e inusitada ação deixou a Arquidiocese de Salvador preocupada com o ato adotado da administração da administração do prefeito, João Henrique Carneiro (PMDB), principalmente por ser ele evangélico.

A Cúria vê sinais de “intolerância religiosa” no episódio. O cardeal-arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, dom Geraldo Majella Agnelo, preferiu não comentar o assunto nesta sexta-feira (12/11/2010), mas informou, pela assessoria, que vai se manifestar oficialmente no domingo, na missa do Encontro Nacional do Terço dos Homens, no Estádio de Pituaçu, às 11 horas.

O mais curioso é que a Igreja de Santana do Rio Vermelho fica situada em uma região boêmia da cidade, cercada por bares que funcionam à noite com música ao vivo e mecânica. Em vez de fiscalizar os estabelecimentos comerciais, os agentes de prevenção à poluição sonora da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) resolveram realizar “monitoramento” na igreja, para medir o volume do som produzido pelo sino e o som que sai das cornetas instaladas na torre da igreja.


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