Carta de renúncia de Jader Barbalho é lida em plenário da Câmara dos Deputados

Foi lida há pouco no plenário, pela deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a carta de renúnciaao mandato do deputado Jader Barbalho (PMDB-PA). A carta foi entregue nesta manhã à Mesa Diretorada Câmara. Grazziotin presidia a sessão, no momento da leitura.

Jader concorreu ao Senado na última eleição e recebeu 1,8 milhão de votos, mas não foi considerado eleito porque sua candidatura havia sido negada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) – decisão que foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Estou, face à decisão do STF, na extravagante situação de ser, ao mesmo tempo, elegível e inelegível, em decorrência de um empate que acaba por anular o voto de 1,8 milhão de eleitoras e eleitores do Pará, cassando meu mandato de senador da República para o qual fui democraticamente eleito”, diz o deputado, na carta.

“Retorno ao Pará para empreender minha luta, ainda acreditando na via judicial para corrigir a violência política de que sou vítima em plena democracia, junto com 1,8 milhão de paraenses, brasileiros, que não têm dúvida quanto à minha elegibilidade e me escolheram como seu senador da República”, acrescenta. Sua vaga será ocupada pela suplente Ann Pontes, também do PMDB.

Jader Barbalho renuncia ao mandato de deputado

A Secretaria-Geral da Mesa da Câmara informou que o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) apresentou nesta manhã uma carta de renúncia ao seu mandato. A carta será lida na abertura da sessão desta tarde, às 14 horas. Até lá, de acordo com o Regimento Interno, ele poderá voltar atrás. Se mantiver a decisão, sua vaga será ocupada pela suplente Ann Pontes, também do PMDB.

Jader concorreu ao Senado na última eleição e recebeu 1,8 milhão de votos, mas não foi considerado eleito porque sua candidatura havia sido negada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) – decisão que foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Estou, face à decisão do STF, na extravagante situação de ser, ao mesmo tempo, elegível e inelegível, em decorrência de um empate que acaba por anular o voto de 1,8 milhão de eleitoras e eleitores do Pará, cassando meu mandato de senador da República para o qual fui democraticamente eleito”, diz o deputado, na carta.

“Retorno ao Pará para empreender minha luta, ainda acreditando na via judicial para corrigir a violência política de que sou vítima em plena democracia, junto com 1,8 milhão de paraenses, brasileiros, que não têm dúvida quanto à minha elegibilidade e me escolheram como seu senador da República”, acrescenta.


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