Evento ocorre dentro do VII Congresso do Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia; doença afeta 30 milhões de brasileiros.
A Organização Pan-Americana da Saúde, o braço regional da OMS na América Latina, realiza nesta quinta-feira um debate sobre o custo social da hipertensão.
O evento é parte do VII Congresso do Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia, que está ocorrendo em São Paulo.
Infartos
Segundo a organização, mais de 30 milhões de brasileiros sofrem com a doença. As consequências são infartos, derrames ou problemas renais.
De acordo com o Ministério da Saúde, somente o custo com internações por problemas de hipertensão foi de cerca de R$ 29 milhões no ano passado. Fora desse cálculo, ficam as ausências no trabalho, custos com remédios e outros gastos causados pela doença.
O coordenador de Ações Sociais da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Carlos Alberto Machado, contou à Rádio ONU, de São Paulo, o que cada um deve fazer para controlar problemas de pressão.
Risco
“As pessoas precisam começar a medir a pressão no pediatra. É preciso medir a pressão em qualquer faixa etária. À medida que aumenta a idade, aumenta a prevalência, aumenta o número de pessoas com risco de apresentar hipertensão”, contou.
Segundo o médico, quem tem pressão normal, deve medir a mesma pelo menos duas vezes por ano.
Anualmente, no Brasil, 315 mil morrem por problemas cardíacos.
*Com informação da Rádio ONU em Nova York.








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