Unesco condena assassinato de jornalista do Paquistão

Diretora-geral da agência diz que atos de violência contra jornalistas ferem a liberdade de expressão.

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, Irina Bokova, pede que o governo do Paquistão investigue o assassinato do jornalista Muhammad Khan Sasoli.

Sasoli tinha 36 anos e trabalhava como correspondente para a Royal TV e para a agência de notícias INP.

Violência

Ele foi baleado no dia 14 de dezembro em frente à sua casa na cidade de Khuzdhar.

A diretora-geral da Unesco afirmou que “atos de violência contra jornalistas representam ataques contra a liberdade de expressão.”

Proteção

Segundo ela, somente com a proteção deste direito fundamental é possível criar sociedades democráticas.

Irina Bokova fez um apelo para que as autoridades “investiguem o crime e prendam os responsáveis, para que se coloque um fim à violência contra jornalistas no Paquistão.”

Segundo a Unesco, outros três jornalistas foram mortos este mês no país.

O comitê responsável pela proteção dos profissionais do setor informou, em relatório, que pelo menos oito jornalistas morreram este ano no Paquistão, enquanto desempenhavam suas funções.

*Com informações da Rádio ONU em Nova York

 


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