Mesmo com a oposição partidária enfraquecida, o governador Jaques Wagner (PT) que deverá aproveitar a oportunidade para agradecer a sua reeleição ao lado de correligionários e admiradores. Todavia, ele terá, por outro lado, que enfrentar a ira de alguns blocos de insatisfeitos que se farão presentes no desfile da lavagem.
O grupo de professores universitários convocados pela Associação dos Docentes das Universidades Estaduais da Bahia (ADUNEB). Vão protestar contra o “arrocho salarial, estrangulamento orçamentário, falta de ampliação do quadro de servidores, desrespeito à autonomia universitária”.
Protestos também serão engendrados pelos sindicatos de servidores filiados à Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (FETRAB). Este segmento se considera insatisfeito com a política do governo Wagner. Sindicalistas vão aproveitar a lavagem para pedir a reabertura da mesa de negociação.
Mais quem esta em uma tremenda saia justa é o prefeito João Henrique (PMDB) que não deve comparecer ao tradicional festejo, não pelo fato de ser evangélico, mas por questões óbvias: desfalques nas bases, o que tem contribuído de forma significativa para aumentar o seu isolamento político.










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