Governo quer implantar banda larga por menos de R$ 30 em até quatro anos

Jornal Grande Bahia, compromisso em informar.
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O governo federal quer massificar, em até quatro anos, o acesso da população à internet em alta velocidade, por meio do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A intenção é oferecer um serviço de qualidade a preços na faixa dos R$ 35 nos estados que cobrarem Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Nos que abrirem mão do imposto, a banda larga poderá custar até menos de R$ 30.

A informação foi dada pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em entrevista ao programa Bom Dia Ministro, transmitido pela NBR TV nesta sexta-feira (04/02/2011). De acordo com o ministro, 34% de lares brasileiros estão conectados à Internet, segundo dados divulgados em 2010. O governo que utilizar a infraestrutrua já disponível no País para baratear o acesso e ampliar esse percentual.

Ao mesmo tempo, o governo trabalha para ampliar a rede de cabos de fibra ótica em todo o Brasil, para chegar a um nível próximo da universalização do serviço, como ocorre nos países tecnologicamente mais avançados em internet. “É nisso que estamos trabalhando”, afirmou ele. Bernardo admitiu que, no estágio atual, o Brasil “está meio correndo atrás” uma vez que países como Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos, entre outros, possuem infraestrutura que asseguram um serviço mais veloz e a preços mais acessíveis.

Produtos

Além de buscar baratear o serviço, Paulo Bernardo também que facilitar o acesso da população aos produtos eletrônicos conectados à web. Ele já está discutindo com representantes da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee) a redução dos valores dos chamados tablets – computadores de prancheta de acesso à internet, como o Ipad.

O ministro informou que o governo está revendo sua política industrial, inclusive com relação ao pagamento dos tributos, e poderá dar isenção fiscais aos fabricantes destes equipamentos.

Paulo Bernardo lembrou o exemplo do programa de isenções de impostos dado há poucos anos aos fabricantes de desktops e notebooks – e que resultou na produção e venda de mais 14 milhões de computadores no Brasil apenas em 2010. A idéia agora é incluir os tablets no programa de isenções, para baratear o preço destes produtos.


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