Presidente Dilma Rousseff visita Cidade Proibida, em Pequim, e segue para reunião do BRIC

Presidente da China, Hu Jintao encontra-se com Dilma Rousseff, presidente do Brasil, em 12 de abril de 2011.
Presidente da China, Hu Jintao encontra-se com Dilma Rousseff, presidente do Brasil, em 12 de abril de 2011.

A presidenta Dilma Rousseff visitou hoje (13/04/2011) a Cidade Proibida, em Pequim, um dos cartões postais mais famosos da China, onde está o Palácio Imperial e que durante cerca de 50 anos foi a residência oficial do imperador. O local é admirado por chineses e estrangeiros não só por sua beleza arquitetônica, mas também pelas grandes dimensões e a delicadeza das obras de arte. Dilma volta para o Brasil no dia 18.

Atualmente, nesse local, está o Palácio do Museu. O nome Cidade Proibida foi dado porque na área apenas o imperador, a família dele e funcionários tinham autorização para entrar. O cidadão comum não tinha acesso ao local.

É o terceiro dia de visita de Dilma à China. Depois da visita à Cidade Proibida, ela se reuniu com o presidente da Assembleia Popular Nacional, Wu Bangguo, e com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao. Dilma conversou com Jiabao, na residência oficial dele, denominada Dwon Nhai.

Em seguida, a presidenta embarcou para Sanya, na ilha de Hainan. No local, acompanhada de ministros, assessores e especialistas, ela participa amanhã (14) da 3ª Reunião de Cúpula do Bric – bloco que reúne o Brasil, a Rússia, a Índia e a China, mas que a partir de amanhã, oficialmente, incluirá a África do Sul, passando a se chamar Brics. O tema deste ano na reunião é Visão Ampla: Prosperidade Compartilhada.

No sábado (16), antes de retornar ao Brasil, Dilma vai visitar um dos mais belos cartões postais da China, o Exército de Terracota também chamado de Guerreiros de Xian. A obra de arte reúne de mais de 8 mil guerreiros e cavalos, em tamanho natural, confeccionados em terracota. As peças foram encontradas próximas à cidade de Xian.

As 8 mil peças foram localizadas por trabalhadores rurais da região. No local, está o mausoléu do imperador. Até hoje, arqueólogos trabalham na área, na tentativa de identificar mais obras e de manter a preservação do material, pois terracota – argila cozida no forno – é bastante frágil e suscetível às influências do clima.


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