Seul, 27 mai (EFE).- O regime comunista norte-coreano assegurou nesta sexta-feira que libertará um americano detido em seu território desde novembro, apesar de ter comunicado anteriormente sua intenção de processá-lo.
Segundo a agência sul-coreana “Yonhap”, se trata do cidadão americano Jun Young-su, que foi detido sem que a Coreia do Norte desse mais detalhes nem as circunstâncias do caso.
A detenção de Jun foi divulgada apenas no mês passado, quando Pyongyang confirmou que o mantinha detido e que tinha a intenção de processá-lo por cometer um delito após entrar no país comunista, segundo indicou então a agência estatal norte-coreana “KCNA”.
A mesma agência, citada pela “Yonhap”, detalhou nesta sexta-feira que Jun será libertado por razões humanitárias depois de o encarregado de Washington para assuntos humanitários na Coreia do Norte, Robert King, ter expressado sua contrariedade pela detenção.
King se encontra na Coreia do Norte, aonde chegou nesta semana acompanhado de uma equipe de funcionários americanos para analisar as necessidades de ajuda alimentícia no país comunista, ainda maiores por uma constante crise econômica e pelas sanções contra si devido a seu programa nuclear.
A Coreia do Norte deteve vários americanos nos últimos anos
Em 2010, o ex-presidente dos EUA Jimmy Carter obteve a libertação de Aijalon Mahli Gomes, um americano que fora condenado a pagar uma multa de US$ 600 mil e a prestar oito anos de trabalhos forçados por entrar ilegalmente na Coreia do Norte.
Em agosto de 2009, após uma gestão do ex-presidente Bill Clinton, Pyongyang libertou dois jornalistas americanos detidos também por entrada ilegal e condenados a 12 anos de trabalhos forçados
*Com informação: Deutsche Welle
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